sábado, 27 de dezembro de 2008

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Sim, tah tudo bem. Nao, eu nao estou analfabeta. Devo ter pego virus... meus acentos as vezes saem, as vezes nao saem... Eu passei de ano, ainda estou naquela de apaixonadinha... pq sim, ainda estamos juntos. Meu ciumes mais brando. Todo mundo sumiu. A carol tambem. Ja tenho 18... novos vicios... Novas maneiras de ver a vida... sem influencias. As vezes eu quero morrer. As vezes simplesmente rir para sempre... de tudo.
Estamos bem. Eu acho.
Bom, conversas peculiares no MSN.... Caroline danadinha! Me solta uma dessas e quer que eu fique bem! ahaiuhaiuahaiua
Depressao. Eh isso Mundex. Beijos.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Tchau manhê

Então né mulher.
Eu pedi pra você me ajudar, pelo menos pra criar meus filhos. Eu ainda não sei trocar fraldas. Mas tá, se Ele te chamou e nçao te deu mais 5 minutinhos eu entendo. Mãããeee, o pai perguntou se no céu tem internet.. Sei lá se vc tem o endereço do blog, mas dizem que daí vcs veem tudo.. (feche os olhos nas cenas picantes).. vai ver você consegue o link.
A Marcela tá mais tranquila, tpa sentindo tua falta, mas acho que agora ela toma banho sem ninguém mandar. Não precisava vc ter apelado pra ela fazer isso, eu daria um jeito fácil.
Pai comprou um MP5 pra ela e um cel pra mim. Vai durar mais de dois meses tá, prometo. Mas dá uma força porque eu sou esquecida.
O pai tá triste pra caramba, cuida dele e deixa ele comigo mais um tempo. Preciso de ajuda pra criar a Lala, deixa ele aqui tá bem tô precisando mais do que você, não discuta.
Olha, tô com saudade, mas to seguindo, e vou continuar de pé. Tudo o que eu fiz esses anos foi por você. E não me arrependo de nada. Gritamos, brigamos e nos amamos incondicionalmente. Eu vou tentar levantar cedo, e você tente não brigar com muita gente por ai. Se você estiver com a Vó, mande um beijo pra ela. Vou esperar você me por na cama todas as noites...
E olha só, se as coisas continuarem assim.. talvez eu desencalhe e case ;) uhuhuh
Beijo mãe..
Saudade de você..
se cuida aí, e cuida da gente aqui.
(Ainda não sei lavar roupa saco!)


Amo você, com tudo o que existe em mim.
Obrigada por me dar a vida.. e po rme ensinar a viver.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Aneurisma Cerebral.

O que é?
Aneurisma cerebral é uma dilatação anormal de uma artéria cerebral que pode levar a ruptura da mesma no local enfraquecido e dilatado.
Uma comparação de como se parece um aneurisma é a dilatação ou irregularidade da câmara de um pneu. Formam-se irregularidades na superfície da câmara e em um destes locais há ruptura da mesma com perda de ar sob pressão. Nos indivíduos que têm aneurisma cerebral há a ruptura desta irregularidade da artéria cerebral e "vazamento" de sangue para um espaço virtual que existe no cérebro chamado de "espaço subaracnóide".
A ruptura inicial de um aneurisma cerebral leva à morte quase um terço dos pacientes. Alguns pacientes apresentam dois ou mais episódios de hemorragia do aneurisma cerebral. Em cada uma das hemorragias o risco de morte vai se somando.

Como se desenvolve?
A ruptura do aneurisma pode ocorrer durante toda a vida, mas é mais freqüente entre a quarta e quinta década de vida.
Muitas pessoas nascem com aneurismas cerebrais, os chamados aneurismas congênitos os quais, ao longo da vida, podem aumentar e romper.
Existem fatores de risco como parentesco de sangue próximo ao de alguém que já teve aneurisma, principalmente irmãos.
Outros fatores de risco são: hipertensão arterial, dislipidemias (alteração do colesterol e triglicerídeos), doenças do colágeno, diabete mélito (açúcar no sangue) e fumo.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Minha razão de viver

Por onde começar?
Não sei..
É morte cerebral. 0% de chances dela voltar. E não tem nada mais na minha cabeça.
Eu to morrendo por dentro..
E ela lá.. Que Deus tenha compaixão de nós. Dela, da minha irmã e do meu pai.

Ô minha mãe... como eu amo você...


"Como eu digo ao meu coração?
Que você não volta mais não
Como eu posso me convencer?
Que o amor virou ilusão...
Se eu sobreviver mesmo assim
No dia seguinte do fim
E no seu lugar uma dor
Quem vai tomar conta de mim?...
E quem é que vai me abraçar?
Me pedindo pra não chorar
Quando a saudade bater?...
Entende que eu não vou conseguir
Por isso você pode partir
Só que eu também vou com você...
Mas se você me deixar
O mundo pode acabar
Eu não vou mais
Acreditar em ninguém
E nunca mais vou amar
Não quero me machucar
Pra dar amor a um coração
Que não tem...
Se você me deixar
Não quero sol nem luar
Pode levar minha razão de viver..."

Ontem.

Não que o dia todo tenha sido bom, não que a minha mãe ligando as 2 da tarde dizendo que o melhor seria que ela desse um tiro no ouvido e acabasse logo com aquilo tenha ajudado em alguma coisa... Não que a Carol e o Paulo revoltados da vida comigo tenham sido agradáveis de lidar, não que o Ronaldo falando poucas e boas do meu desempenho escolar tenha sido fácil, mas...
COM CERTEZA a melhor parte foi ELE me pegando no ponto (em Cachoeira), a gente junto de novo. Aquele gosto, aquele cheiro, tudo renovado e melhor, cada dia melhor. Eu não posso reclamar, eu não posso. Ele é simplesmente tudo.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

:D

Viciei nessa carinha feliz.
Tudo bem, dei pití ontem porque vi o meu pai de relance. E sei que ele me viu. Desandei a chorar, soluçar como uma louca. E realmente pareci. Eu não sei mais o que fazer. Eu devia estar frágil, doa a quem doer, depois... enfim.
Não é pra entender, droga, eu devo estar perdendo o juÍzo. Chorei, chorei sem me importar com nada. Uma pontinha de nojo de mim, aquele resto de excitação instantaneamente transformada em desespero, em desamparo. Eis o que não saiu da cabeça enquanto lá estava eu me desmanchando no ombro dele: "Não tem mais ninguém pra cuidar de mim."
E não tem mesmo. Tudo bem. Hoje tudo bem.
Pretendo ir na escola, pretendo comprar passe, enfim. Não tou pretendendo pensar hoje. Não mesmo.
Bom, por mais que eu relutasse, deu/deram 11 horas... Banho>rodoviária>PRF.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Quando o silêncio fala mais.

Estivemos assim: Próximos.
Eu precisava aprender a confiar incondicionalmente. Mesmo que não fizesse sentido, mesmo que significasse perder um pouco mais. Ele diz que quer me fazer bem. E eu apenas estou me entregando sem pensar, sem ouvir mais nada além do que ele diz. Eu não me importo, não me importo mais em me preocupar. Eu não vou mais cair e, se cair, até hoje ele vem me segurando antes que eu chegue no chão. Que me importa o que ela diz, que me importa o que qualquer um diz. A gente tá bem, bem, BEM. E é uma sensação de paz enormemente reconfortante de que eu ainda tenho pra quem voltar.
Aqueles olhos, aquele jeito, aquela forma de falar o português correto e ao mesmo tempo tão macia de dizer que gosta de mim. E o silêncio que tanto me incomodava ontem me disse coisas maiores do que as palavras diriam.
Eu estou pateticamente encantada. Ao ponto de poder falar horas a respeito de um assunto bem resolvido. Capaz de narrar o gosto dele, a maneira como ele me leva embora e me acostuma com o melhor. Capaz de dizer exatamente quando aquela postura de homem que tanto me assustava se transforma no jeito do menino que eu não conheci.
E, saindo da poesia, não sei o que fazer. Eu ficaria a vida toda nessa se me deixassem. Mas sinto que não deixarão.
Okay, de novo, eu parei de pensar. Parei de deixar que previsões de problemas correspondessem ao fim disso tudo. A gente tá bem DEMAIS. E dessa vez eu pretendo me esforçar pra que isso seja pra sempre.