quarta-feira, 30 de junho de 2010

Quanto dizer...

Não sei direito por onde começar. Havia maquiagem e unha escondida na minha mente. Como saber ser bonita só de vez em quando pro povo entender que talvez você não seja tão apresentável por opção. Risadas e risadas que dariam um post extremamente feminino, confissões daquelas que têm preguiça de ser linda todo dia. Talvez eu poste isso 'Ser bonita, cansa!'. É, um dia eu posto.
Por fim cheguei em casa e assisti um pouco de um programa de investigação criminal que mostrou a proteção da mais velha pelo mais novo, e embora eu nao assuma diariamente meu amor como ela o faz, eu a protegeria de qualquer coisa, com a minha vida se fosse necessário, acho mesmo que sinto isso desde o dia que ela ganhou o primeiro sapatinho, antes de nascer e ele ficou no meu quarto até que ela resolvesse vir ao mundo. Eu sou péssima em demonstrar afeto quando se trata da pirralha, mas eu tento.
Acabou o tal programa e zapeando achei A Vida Secreta das Abelhas, já havia começado, mesmo assim quis ver. Parece que esses filmes que a mocinha não tem mãe me perseguem. A necessidade dela de saber as coisas da mãe, de saber que foi amada pela mãe, de imaginar ela penteando os cabelos tentando colocar a perfeição no lugar. Os cabelos dela eram perfeitos, não precisava de nada. Quando ela saia do banho cheirando à sabonete e com os cabelos molhados... não havia no mundo mulher mais linda que ela. Eu sempre incorporo os filmes e tento imaginar como seria se eu tivesse mais 5 minutos ao lado dela, mais 5 minutos pra dizer qualquer coisa, pra saber qualquer coisa... E a menina daria qualquer coisa apenas para se sentir amada. E eu nem quero falar das coisas que me fazem falta, mas a voz doce, o cheiro dos cabelos, os olhos de amêndoas, o sorriso quase infantil, eu misturo e confundo, eu deito e vejo os dois. Como se estivessem no mesmo lugar... vai ver é o coração o lugar. O meu.

Assistam.. A vida secreta das abelhas. É um bom filme...

Nenhum comentário: