segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Intensidade.

Faço dos teus braços um lugar mais seguro
Procurei paz em outro abraço
Eu não achei, eu juro.. (8)



Acho que meu lado intenso resolveu aparecer.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Física, química e biologia.

E ai? Da uma chance e espera acontecer? Ou senta e espera o que você quer tanto que aconteça perceba e se faça por si só?
Coisa estranha essa de química, amor a primeira vista, empatia, metade da laranja ou seja lá como eles costumam chamar essa sensação mútua de bem estar na companhia de alguém. Essa sensação que te faz acreditar que vai dar certo, que ele vai ligar, que vai acontecer! O foda é quando o beijo nao encaixa, o olho não brilha e mesmo assim você bate  pé e fala que vai tentar. Vai que pinta né? Mas não pinta.
Quando o olho não brilha, não tem jeito. Quando não dá vontade, não tem o que fazer... Quando não rola a tal química, nem física e muito menos a bilogia é capaz de salvar. Se não sentir tesão  não vai sentir mais nada. Mas a gente se afoga né? É mais fácil encher a cara e olhar aquele "bonito que não deu certo" e acreditar com cada gota de álcool que ele é o príncipe encantado que vai salvar suas noites de sono conturbado por causa do ogro que destruiu seu psicológico. E o álcool faz milagres, pelo menos naquelas doces horas de confusão mental, ele faz! Ai no outro dia você descobre que alem de não ser o SEU príncipe encantado, não desperta nada alem de ressaca moral.
Relacionamentos são uma bosta mesmo! Você gosta daquele que gosta daquela, que por sua vez gosta daquele outro e assim vamos confundindo, conturbando, tropeçando, com uma tequila aqui, um beijo ali, tudo em nome do "amor" ou da busca, nunca assumidamente, desesperada por ele. Quando o coração ja ta cheio, ele recusa de todas as formas e não deixa o corpo responder. Sentar e conversar não adianta. Brigar e se afastar também não. Beber só causa estragos... Não tem botão liga-desliga, nem opção "borracha". Sem manual de instruções fica dificil, então o jeito é ouvir o conselho mais clichê de todos os tempos e esperar o tempo curar, ou tirar de foco o que um dia foi tudo em você.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Quanta coisa a gente faz... depois quer voltar atras

Chego da faculdade e me largo no sofá ao som de Armandinho jurando amor eterno ou comentando sobre outra noite que se foi. E eu aqui pensando em quantas noites se foram desde então. Quantas musicas passaram, quanto sentimento reprimido, quantos gritos sufocados desde tanto tempo, que tem mesmo cara de ontem.
Essas idas e voltas diárias do mundo fictício deixam meu coração e minha mente confusos, sou incapaz de responder onde quero viver, aqui ou lá. E é nessa bagunça que eu sempre me encontro, sempre enroscada nas tramas da minha memória. Entre cartas, beijos e embalagens. Músicas, promessas e olhares. Disseram que só pára de doer quando deixa de ser sentimento e passa a ser experiencia, vamos sentar e esperar, mesmo que um dia tenha jurado de pé junto que jamais deixaria de sentir.


"Então, me diz alguma coisa
Bate aqui de madrugada
Pra lembrar daquele tempo
Pra sempre ou só por um momento
Me dá um beijo na boca
E depois me leva pra tua casa"

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

I wanna be

“Eu quero é ser o melhor que você merece. E de tudo que posso ser pra você, eu só pediria que nunca fugisse de mim. Eu irei segurar sua mão como quem segura a mão de alguém que esteja pendurado sobre um barranco. E de nenhuma forma te prender, mas sentir medo de te perder. E esperar suas mudanças naturalmente sem forçar você. Roubar mil beijos seus, quando você decidir ter alguma crise de raiva, tentar te acalmar e ser incapaz de causar algum sofrimento a você. E eu não somente diria que canta mal como cantaria com você. E quando você decidir falar demais, que eu debruçe sua cabeça no meu ombro e escute tudo que tem a dizer. E, quando for desastrada, que haja fôlego para não morrermos de tanto rir. E que você sinta vontade de precisar de mim, mas não só quando houver necessidade, que você sinta isso mesmo tendo passado um dia inteiro comigo. E que você suporte os meus defeitos e se sinta orgulhoso das minhas qualidades. Eu quero sempre encontrar você, seja lá onde você estiver, e que eu consiga ser o seu perfeito, mesmo sendo imperfeito.”

(Face do amigo Gê)

domingo, 16 de setembro de 2012

Bem mais que o tempo que nós perdemos...

Embora o tempo passe rápido demais, cruel demais e sem nos dar a chance de pensar duas vezes antes de nos agarrar as oportunidades, eu gosto de pensar que existe um lugar em que as coisas cntinuam calmas, serenas e que eu ainda posso ter 16 anos e falar das loucuras que essas tantas voltas de mundo causam na minha humilde existência.
Eu sinto todos os dias a necessidade de viver mais, de ser mais, de buscar mais...
Depois de tantos anos eu vejo que eu sempre fui esse incompleto, sou uma busca incessante pelo desconhecido, sou um desejo incontrolável de ter o mais simples de ser o mais intenso... de cicatrizar minhas feridas e me reinventar pra recomeçar minha busca.
Não perdi minha essência como pensei que havia. A verdade é que eu só somei fragrâncias.

Desencantos



Se eu for falar pra vocês como eu me sinto hoje apenas sairiam palavras amargas mas vou tentar não levar muito para esse lado (isso não é uma promessa, apenas uma tentativa que eu temo ser frustrada). Termino de namoro é sempre muito sofrido e dessa vez não foi diferente. Falar que encontrou o amor da minha vida parece um exagero nesse momento. Bom acho que me iludi por algum tempo com isso, eu me sentia feliz, me sentia completa me sentia amada, e agora o que me resta é apenas a decepção.
Se uma pessoa diz amar a outra porque trair? Não digo traição apenas física, mas a intenção de fazê-lo e não ser feito por falta de oportunidade talvez.
Ainda estou tentando reorganizar as coisas na minha mente, entender tudo que está acontecendo. Não gostaria que as coisas fossem assim, queria apenas que as coisas ficassem bem e que podessemos nos entender. Fui conquistada por alguem que me surpreendia, que me dava carinho, que gostava das coisas que eu falava, das minhas maluquices, e até apreciava os meus defeitos. Será que tinha realmente que acabar assim?

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Aperto no coração

Sensação ruim quando a gente descobre que alguém que cresceu com a gente morre aos 21 anos, sem ter vivido nada desta vida, sem ter aproveitado.

Aquela pessoa que poucas vezes na vida viajou pra longe, que passou grande parte da vida num bairro pequeno.

Nestas horas eu percebo o quanto a vida pode ser curta e como não podemos perder as oportunidades que a vida nos oferece, não sei mais o que dizer desta situação, mas precisava só desabafar... :(


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Geração de mimados

Estava eu no facebook quando me deparo com este texto... É grande, mas vale a pena.
Muitos de nossa geração foram tão mimados que não entendem o valor de lutar por algo que desejam, esperam que tudo venha de graça e se decepcionam com cada tropeço!

Nós temos tudo para vencer? Sim! Mas temos que lutar para isso!

Lute pelos seus ideais e mostre a todos que você pode até ser um sonhador, mas acima de tudo é um realizador!! Realizador de sonhos, projetos, desejos... Um realizador de sua vida, na qual não é apenas um ator coadjuvante, é ator principal, diretor e roteirista.


"Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor. Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade. Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste. Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes. Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade. É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é umdireito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer. A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”?É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado?Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude. Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa. Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir. Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande. Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito. Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência. Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba."
ELIANE BRUM, Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).

terça-feira, 12 de junho de 2012

As long as i live



Feliz dia dos namorados pra voce que foi meu primeiro pedido de namoro

Primeiro amor a primeira vista
Primeiro beijo
Primeiro melhor amigo de verdade
Feliz dia dos namorados pra gente que nao namora mas que sabe que nao vai estar sozinho nunca...


Nasci pra voce mesmo...(:

domingo, 6 de maio de 2012

Pensamentos

Se alguém me pedisse para descrever o que eu to sentindo agora, diria que a única coisa que sinto nesse momento é vontade de sair correndo me esconder de tudo e todos, fugir de tanta hipocrisia, de tantas mentiras e pessoas falsas. Ficar um tempo distante apenas comigo mesma, buscar em mim o que o tempo apagou. Como isso não é possível eu continuo aqui buscando respostas

terça-feira, 1 de maio de 2012

Vinho.

Como é triste chegar a conclusão que seu problema, seu medo, seu desespero e sua realidade é a rejeição.
Se as pessoas tivessem noção da proporção do estrago que seus atos podem causar, não sairiam por ai brincando com coisa séria.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Ciume.

Ai  voce começa a pensar onde está, com quem está, o que está fazendo, no que está pensando, por que nao deu sinal, e por que, cargas d'água, voce está pensando em tudo isso?!
Ai voce percebe que o ciume ja apareceu, que o vinho já subiu, que voce já nao controla mais nada. E assume baixinho só pra si mesma, que... (droga) se deixou envolver.

domingo, 18 de março de 2012

E no meio de tanta gente eu encontrei voce...

Dificil é não rir, difícil é nao achar graça, é nao querer estar perto.
Fase boa é isso! A gente respira leve, ve beleza em tudo, se encanta com detalhes e vive sorrindo pro mundo! Que chamem de louca. Nem ligo!

Eu quero mais disso que me faz acordar feliz, que me deixa mais calma, que me da confiança em mim e me leva pra cima!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Pra mudar meu dia

Naquela segunda-feira que o dia está "brabo" e você entra no facebook e se depara com esta mensagem da sua irmã.


Tá, depois disso não teve como continuar com a cara emburrada! =)